Cada vez mais, os casais homoafetivos têm procurado os serviços de Reprodução Humana Assistida. As novas normas aprovadas pelo Conselho Federal de Medicina em 2013, devem beneficiar um número maior de mulheres e homens homossexuais que desejam ter filhos. Desse modo, permite que a técnica de Reprodução Assistida seja aplicada, independentemente do estado civil ou orientação sexual, ou seja, pessoas do mesmo sexo e/ou mulheres solteiras. Trata-se de um novo marco da sociedade moderna. A medicina tem grande preocupação no bem estar e na saúde de todos os indivíduos, respeitando-os sempre da mesma maneira, sem distinção de cor, religião ou orientação sexual.

Mulheres homossexuais

– Devem ser submetidas à Inseminação Intrauterina ou Fertilização In Vitro.
– Não é permitido utilizar sêmen (espermatozoides) de um amigo ou familiar. O doador deverá ser, obrigatoriamente, anônimo e obtido por meio de um Banco de Sêmen.
– A receptora e o doador não devem conhecer as suas identidades.

Homens homossexuais

– Devem ser submetidos à Fertilização In Vitro.
– A qualidade do sêmen utilizado será avaliada em laboratório.
– O óvulo utilizado deverá, obrigatoriamente, ser de doadora anônima.
– O útero que carregará a gestação deverá ser, obrigatoriamente, de uma parente de até quarto grau (mãe, irmã, tia ou prima) do casal.
– É proibido o pagamento de uma mulher como “barriga de aluguel”.